EIA-RIMA Estudo de Impacto Ambiental Relatório de Impacto Ambiental

EIA-RIMA Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental. De acordo com o artigo 2° da Resolução Conama, a elaboração de estudo de impacto ambiental (EIA) e respectivo relatório de impacto ambiental (RIMA), a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente, e do IBAMA em caráter supletivo, devem ser realizados para o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente.

EIA-RIMA

EIA Estudo de Impacto Ambiental

A RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001/86 define que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é o conjunto de estudos realizados por especialistas de diversas áreas, com dados técnicos detalhados. O acesso a ele é restrito, em respeito ao sigilo industrial.

Relatório de Impacto Ambiental

O relatório de impacto ambiental, RIMA, refletirá as conclusões do estudo de impacto ambiental (EIA). O RIMA deve ser apresentado de forma objetiva e adequada a sua compreensão. As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as conseqüências ambientais de sua implementação.

gestão ambiental, licenças ambientais, serviços meio ambiente

Atividades que exigem o EIA/RIMA

  1. Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento;

  2. Ferrovias;

  3. Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;

  4. Aeroportos, conforme definidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei nº 32, de 18.11.66;

  5. Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e emissários de esgotos sanitários;

  6. Linhas de transmissão de energia elétrica, acima de 230KV;

  7. Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: barragem para fins hidrelétricos, acima de 10MW, de saneamento ou de irrigação, abertura de canais para navegação, drenagem e irrigação, retificação de cursos d’água, abertura de barras e embocaduras, transposição de bacias, diques;

  8. Extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão);

  9. Extração de minério, inclusive os da classe II, definidas no Código de Mineração;

  10. Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos;

  11. Usinas de geração de eletricidade, qualquer que seja a fonte de energia primária, acima de 10MW;

  12. Complexo e unidades industriais e agroindustriais (petroquímicos, siderúrgicos, cloro químicos, destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos);

  13. Distritos industriais e zonas estritamente industriais – ZEI;

  14. Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental;

  15. Projetos urbanísticos, acima de 100 ha ou em áreas consideradas de relevante interesse ambiental a critério da SEMA e dos órgãos municipais e estaduais competentes;

  16. Qualquer atividade que utilizar carvão vegetal, derivados ou produtos similares, em quantidade superior a dez toneladas por dia;

  17. Projetos Agropecuários que contemplem áreas acima de 1.000 ha ou menores, neste caso, quando se tratar de áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental, inclusive nas áreas de proteção ambiental.

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